O smartphone que carregamos no bolso hoje já é mais poderoso do que os computadores que levaram o homem à lua, mas o que está a chegar a seguir promete ser ainda mais revolucionário. Nos próximos anos, os ecrãs dobráveis e enroláveis vão tornar-se cada vez mais acessíveis, transformando o telemóvel num dispositivo que se adapta ao momento — pequeno para o bolso, grande para trabalhar.
A integração com Inteligência Artificial será ainda mais profunda, com assistentes que antecipam as nossas necessidades antes mesmo de as expressarmos. A conectividade 5G e, futuramente, o 6G vão eliminar praticamente todos os limites de velocidade e latência, abrindo caminho para experiências de realidade aumentada e virtual directamente no telemóvel, sem necessidade de equipamentos adicionais. Há ainda quem aponte para smartphones com sensores de saúde avançados, capazes de monitorizar o estado do coração, os níveis de glucose no sangue e até detetar doenças precocemente.
O futuro dos smartphones não é apenas tecnológico — é profundamente humano, porque cada avanço aponta para dispositivos que nos conhecem melhor, nos protegem mais e nos conectam de formas que hoje ainda mal conseguimos imaginar.
